Segundo LIRAa de Timóteo aponta médio risco e exige atenção redobrada

2° FEST RURAL E 9ª FESTA DO TROPEIRO movimentará Santana do Paraíso entre os dias 29 a 31 de maio
28 de maio de 2026
Luteria transforma eucalipto em música
29 de maio de 2026

Segundo LIRAa de Timóteo aponta médio risco e exige atenção redobrada

Entre os dias 20 e 22 de maio, a Prefeitura de Timóteo realizou o segundo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O resultado foi de 1,7%, colocando o município em médio risco para transmissão de dengue, Zika e Chikungunya.

O LIRAa é aplicado quatro vezes ao ano (janeiro, maio, setembro e novembro) e serve como ferramenta estratégica para monitorar a presença do mosquito transmissor.

No mesmo período do ano passado, Timóteo registrou um índice de 1,2%, entrando na faixa de alerta para arboviroses. A oscilação dos números demonstra que, embora o risco atual seja considerado médio, a cidade já esteve em situação mais crítica em outubro do ano passado, com um Índice de Infestação Predial (IIP) de 3,6%, o que reforça a necessidade de manter a vigilância constante e não relaxar nos cuidados preventivos.

Orientações aos cidadãos

A Vigilância em Saúde recomenda que os moradores adotem medidas simples e eficazes para evitar criadouros, como manter caixas d’água e reservatórios sempre tampados; eliminar recipientes que possam acumular água parada; limpar calhas e quintais regularmente; descartar corretamente pneus e objetos inservíveis, além de usar telas de proteção em janelas e repelentes, quando necessário.

A gerente de Vigilância em Saúde de Timóteo, Rosana Lana, reforçou a importância da mobilização comunitária. “O resultado de 1,7% nos coloca em médio risco, mas é um alerta para todos. O combate ao Aedes aegypti depende da ação conjunta entre poder público e população. Cada morador precisa fazer sua parte, deixando os agentes de endemias entrar na residência e seguir todas aquelas orientações repassadas por eles. Cada morador pode tirar 10 minutinhos da sua semana para poder verificar esses possíveis criadouros, uma vez que 80% dos focos estão lá dentro das casas.

Os comentários estão encerrados.